Amor e sexo, remédio ou veneno - depende da quantidade ingerida. Amor não exige a presença do ''outro''. O sexo, mesmo solitário, precisa de uma ''mãozinha''. O amor inventou a alma, a moral. O sexo inventou a moral também, mas do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge. Com camisinha, há ''sexo seguro'', mas não há camisinha para o amor. O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. O amor nos torna patéticos. Sexo é uma selva de epiléticos.